quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Lupaluna confirma a banda Charlie Brown Jr.


O grupo de Santos liderado por Chorão sobe ao palco do LunaStage na noite do dia 19 de maio.


Aniele Nascimento / Gazeta do Povo
Aniele Nascimento / Gazeta do Povo / O vocalista Chorão canta para o público do Lupaluna 2011
O vocalista Chorão canta para o público do Lupaluna 2011

A banda Charlie Brown Jr. é mais uma atração confirmada no festival Lupaluna 2012, que acontece no BioParque, em Curitiba, nos dias 18 e 19 de maio. O grupo santista liderado pelo vocalista Chorão se apresenta na segunda noite do evento. A informação foi divulgada nesta terça-feira (31) pela organização do festival.
O Charlie Brown Jr. foi formado em Santos, em 1992. Ao longo da carreira, o grupo ficou conhecido por canções como "Te Levar", "Papo Reto", "Ela Vai Voltar" e "Só os Loucos Sabem", entre outras. No ano de 2011 a banda comemorou a volta de dois integrantes da formação original, o baixistaChampignon e o guitarrista Marcão. Já com a volta dos dois, em outubro foi gravado o DVD "Música Popular Caiçara", que tem lançamento previsto para 2012.
Mais atrações
Além do Charlie Brown Jr, as bandas Los HermanosJota Quest têm presença garantida no Lupaluna. Entre as atrações internacionais estão as bandas norte-americanas Smash Mouth e Concrete Blonde e os britânicos do Gene Loves Jezebel.
A estrutura do Lupaluna no BioParque é dividida em três palcos: LunaStage, onde acontecem os shows das grandes estrelas da música nacional e internacional, Tenda EcoMusic, que recebe artistas da nova MPB e do rock alternativo e Tenda EletroLuna, reservada para a música eletrônica. O preço dos ingressos e data para o início das vendas ainda não foram informados.

Serviço

Confira mais informações sobre oLupaluna 2012
Fonte: Jornal Gazeta do Povo

Esteiras sob suspeita.

Furtos e arrombamentos de bagagem nos aeroportos dão prejuízo aos turistas no Brasil.

Divulgação / SXC.hu
Divulgação / SXC.hu / Recla­­mações de proble­­mas com a bagagem ficam restritas às companhias aéreas
Recla­­mações de proble­­mas com a bagagem ficam restritas às companhias aéreas
Atenção, senhores passageiros: apertem as fivelas das malas, pois aparelhos eletrônicos, brinquedos e até pares de tênis estão sumindo da bagagem. Na maioria das vezes, não adianta empacotá-las ou reforçá-las com cadeados. Esta prática, na verdade, tem servido até de chamariz para os ladrões, que agem do porão do avião até as esteiras eletrônicas dos aeroportos, segundo a polícia. Com as férias escolares, é comum encontrar vítimas desse tipo de crime, principalmente passageiros que vêm de Miami e Nova York. A Infra­­ero, empresa que administra os aeroportos brasileiros, anunciou a compra de 3.150 câmeras para intensificar a se­­gurança nos 17 quilômetros quadrados do Aeroporto Inter­­nacional Tom Jobim, visando à Copa de 2014 e aos Jogos Olím­­picos de 2016.
Embora se reflita no aumento do número de ações de indenização contra as companhias aéreas, o crescimento dos furtos de objetos das malas não aparece nas estatísticas da Polícia Civil — a chamada subnotificação. Os passageiros seguem a orientação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de reclamar diretamente nas empresas de aviação e acabam abrindo mão dos boletins de ocorrência.

Um levantamento feito pela Delegacia do Aeroporto Inter­­na­­cional do Rio de Janeiro (Dairj) con­­firma o baixo número de casos registrados: no primeiro trimestre do ano passado, foram 46 furtos desse tipo, contra 47 no mesmo período de 2010. Pelo Tom Jobim circularam 14,9 milhões de passageiros em 2011, 18% a mais que no ano anterior. Um relatório da mesma delegacia, em fase de conclusão, constatou a existência de dezenas de pontos cegos (sem a cobertura de câmeras) no trajeto feito pelas malas, do avião até as esteiras. A Infraero, porém, diz que já corrigiu o problema.
Uma vítima recente desse tipo de crime foi o ator Guilherme Piva. Junto com oito passageiros, ele teve as malas arrombadas ao desembarcar do voo JJ 8079 da TAM, no último dia 5 de janeiro, vindo de Nova York. Os passageiros constataram o furto de relógios, iPads, PlayStations e outros aparelhos eletrônicos. Todos foram orientados pela companhia aérea e pela Anac a preencher um Relatório de Irre­­gula­­ridade de Bagagem no aeroporto e pesar as malas.
Para surpresa de alguns, a TAM, como as demais companhias aéreas, só faz o ressarcimento dos bens se, depois da repesagem, for constatada uma diferença de peso superior a um quilo em relação ao registrado no aeroporto de origem. As empresas não divulgam os dados de furtos e violações de bagagem.
“Isso é um absurdo. As quadrilhas já sabem dessa restrição de peso e acabam furtando objetos leves”, diz o ator.
Ao empacotar a bagagem e colocar cadeados resistentes, Piva imaginou que estivesse se­­g­­uro contra os ladrões. Foi uma longa espera na esteira e a surpresa: as duas malas estavam sem o plástico e com os cadeados arrombados. “Saímos do aeroporto sem ter um papel para comprovar a nossa situação, em completo abandono”.
Em alguns casos, o passageiro só percebe o problema quando chega em casa. Há sites, inclusive, que ensinam a violar uma mala com uma caneta.
A subnotificação dos furtos é percebida pela Anac. No ano passado, passageiros registraram na agência 4.936 problemas com bagagem (que incluem furto e extravio) em todo o país. Em 2010, foram 7.180.
O superintendente do Aero­­porto do Galeão, Abibe Ferreira Júnior, diz que alguns casos ocorrem por culpa de funcionários terceirizados contratados pelas companhias aéreas. “Nem todos os furtos em bagagem ocorrem no Galeão. Tenho registros de malas já remexidas nos aeroportos de origem. Não estou isentando o Galeão. Pode acontecer que um ou outro empregado, que é funcionário da terceirizada da empresa aérea, acabe mexendo na mala de alguém”.

O que fazer
Tecnologia ajuda na prevenção
Em nota, a TAM informou que “está investindo fortemente em treinamento. Todo o efetivo é submetido à inspeção de detector de metais e seus pertences são verificados em equipamentos de raios X, tanto na entrada, quanto na saída”.
A Infraero acredita que a instalação do monitoramento reduzirá o número de furtos. Segundo o superintendente do Galeão, Abibe Ferreira Júnior, depois que câmeras foram instaladas na área de desembarque de voos domésticos, os furtos praticamente acabaram (com o sistema, os passageiros podem acompanhar pelo monitor o trajeto feito pelas malas).
O problema permanece no setor de embarque e desembarque de voos internacionais. Segundo Abide, por ser uma área restrita, a Receita Federal, a Polícia Federal e a Vigiagro (órgão do Ministério da Agricultura que controla a entrada de alimentos no país) não permitem que as imagens das câmeras sejam vistas pelos passageiros.
Especialista em direito do consumidor, a advogada Mônica Kimelblat tem cerca de cem processos abertos contra companhias aéreas nos últimos dois anos. “A empresa é sempre responsável pelo transporte de passageiros e de seus pertences em segurança. Para pedir os danos materiais, é importante que a pessoa junte notinhas e extratos de cartão de crédito, comprovando as compras. O dano moral é subjetivo e fica em torno de R$ 3 mil a R$ 4 mil. No Juizado Especial Cível, os danos morais e materiais não podem ultrapassar 40 salários mínimos”, disse a advogada.
O vice-presidente da Associação Nacional em Defesa dos Direitos dos Passageiros do Transporte Aéreo (Andep), Alcebíades Santini, afirma que, para frear o aumento do número de bagagens violadas, é preciso investir em tecnologia. “São poucos passageiros que reclamam dos furtos. As companhias aéreas apostam nisso, achando que as indenizações saem mais barato do que tratar o passageiro com dignidade. Só que isso também arranha a imagem do Brasil lá fora”.

Fonte: Agência O Globo

Pesquisa expõe os paradoxos do Paraná.

Estado tem bons indíces na distribuição de água e luz, mas vai mal na segurança, no analfabetismo e na geração de empregos.

O Paraná quase universalizou o sistema de água e energia elétrica, mas viu crescer o número de analfabetos e aumentar a taxa de homicídios de homens entre 15 e 29 anos. Esses paradoxos constam na pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apresentada ontem em Curitiba pelo presidente do órgão, Marcio Pochmann. O estudo mostra a situação de cada estado entre 2001 e 2009, com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e do Ministério da Saúde.
Na maioria dos indicadores, o Paraná se encontra em melhor situação que a média brasileira, mas sempre um pouco abaixo do índice da Região Sul. “Tivemos avanços significativos na conjuntura social, especialmente pelo panorama favorável vivido no país. Mas alguns aspectos apresentados são preocupantes e colocam o estado numa situação bastante desfavorável em relação ao Rio Grande do Sul e Santa Catarina”, afirma o diretor-presidente do Instituto Paranaense de Desenvol­­vimento Econômico e Social (Ipardes), Gilmar Mendes. A violência é um desses aspectos.
Mortes e desemprego
A taxa de homicídios de homens é crescente no estado e na Região Sul, na contramão da queda que acontece no Brasil. A cada 100 mil habitantes entre 15 e 29 anos, 116,3 morreram no Paraná em 2007, último ano do levantamento no item segurança. O aumento entre 2001 e 2007 chegou a 62,2% no Paraná, enquanto no Brasil houve queda de 7%. A taxa não está entre as maiores do país, mas a tendência de alta é uma preocupação. “Esse aumento da violência ocorreu na Região Sul como um todo, mas no Paraná o quadro é de maior elevação. No Brasil, em geral, tem ocorrido o inverso”, explica Pochmann.
“Tudo que depende do governo estadual deteriorou nesse período, colocando o Paraná na contramão do Brasil. O quadro caótico da segurança já era conhecido pelo governo desde o processo eleitoral e é uma das grandes prioridades”, explica Mendes.
No caso do analfabetismo, as taxas são positivas no Paraná, abaixo da média brasileira e levemente superiores à média da Região Sul. Entretanto, Pochmann destaca que desde 2006 a queda estagnou e, em 2009, houve até um pequeno aumento, chegando a 6,67% da população analfabeta.
Porchmann considera que o Paraná é um dos estados mais vulneráveis à crise finaceira. O aumento do desemprego de 2008 para 2009 (ano da crise) foi substancial no estado, o que aconteceu também em São Paulo. A queda foi sentida em todo o país, mas no Paraná o desemprego passou de 4,5% da população para 6%. “Esse fato depende da estrutura econômica e relação com o comércio exterior de cada estado. Os governantes devem estar atentos a esse impacto do desemprego por conta do agravamento da crise”, explica.
Já um ponto positivo é a universalização do sistema de água e energia, inclusive na área rural. Em 2009, pouco mais de 97% dos domicílios paranaenses tinha abastecimento de água adequado. Somente na área rural, esse número atinge 92,62%. O mesmo acontece com a energia, que se encontra em quase todos os domicílios (99,63%). Na área rural, o número também é expressivo, com 98,03% dos domicílios com acesso à energia elétrica.
Evolução
Área rural apresenta melhorias
Além dos bons números de abastecimento de água e acesso à energia elétrica, a área rural do Paraná tem crescido em diversos indicadores, mesmo que ainda se encontre defasada em relação ao meio urbano. Um exemplo são os indicadores de pobreza extrema, que mostra quanto da população tem renda per capita inferior a R$ 67,07 por mês. Na média, o Paraná teve uma queda nesse índice, mas na área rural a mudança foi mais intensa, passando de 14,8%, em 2001, para 4,3%, em 2009.
O rendimento médio no trabalho também aumentou, em 19,1% no período. Em 2001, a renda média era de R$ 708,70 e em 2009 chegou a R$ 844,20. A diferença em relação aos números do meio urbano também diminuiu, apesar de ainda permanecer grande. Em 2009, a renda rural chegava a 72,4% da renda urbana.

Fonte: Jornal Gazeta do Povo

Frio mata 43 na Ucrânia e neve atinge metade da Europa.

Nevascas também castigaram os Bálcãs, a Polônia e a Itália nesta quarta-feira.

Bogdan Cristel/Reuters
Bogdan Cristel/Reuters / Homem retira neve do quintal nas proximidades de Bucareste, na Romênia. Onda de frio atingiu a Europa, matando 43 pessoas na Ucrânia
Homem retira neve do quintal nas proximidades de Bucareste, na Romênia. Onda de frio atingiu a Europa, matando 43 pessoas na Ucrânia
Quarenta e três pessoas morreram de hipotermia na Ucrânia nos últimos seis dias, informou o Ministério de Serviços Emergenciais nesta quarta-feira (1º). O país sofre com uma intensa onda de frio. Além da Ucrânia, nevascas castigaram os Bálcãs, a Polônia, a Europa Central e a Itália nesta quarta-feira, provocando a morte de pelo menos 83 pessoas desde o final da semana passada.
A maioria das vítimas na Ucrânia, país que registrou maior número de mortos, é formada por sem-teto que congelaram até morrer nas ruas. Sete pessoas foram encontradas mortas em suas casas, e mais de 800 buscaram ajuda médica por sofrerem ulcerações causadas pelo frio e outros sintomas de hipotermia. Autoridades abriram 1.735 abrigos para fornecer comida e aquecimento, e planejam abrir mais 122. As temperaturas chegaram a -30º Celsius em algumas regiões. Todas as escolas em Kiev estarão fechadas até 5 de fevereiro, informaram as autoridades da cidade nesta quarta-feira. As férias fora de época podem ainda ser prorrogadas, disseram as autoridades. As autoridades russas informaram que uma pessoa morreu de frio em Moscou.

Na Sérvia e na Bósnia, helicópteros retiraram dezenas de moradores de vilarejos isolados pelas nevascas. Partes da costa do Mar Negrotiveram as águas congeladas no litoral daRomênia e nevou nas ilhas da Croácia no Mar Adriático, um evento raro. Na Bulgária, 16 cidades registraram recordes de temperaturas mínimas. Quatro pessoas morreram de hipotermia na Bulgária. Na Sérvia, helicópteros do exército retiraram pelo menos 12 pessoas de um vilarejo. Já morreram cinco pessoas na Sérvia nos últimos dias de hipotermia. "A situação é dramática e a neve se acumulou em até cinco metros em alguns lugares, você só enxerga os telhados das casas", disse o médico Mirolad Dramacanin, que na Sérvia participou de uma missão de resgate nas montanhas.
Na Romênia, as temperaturas caíram a -32,5 graus Celsius nesta quarta-feira e seis sem-teto morreram de hipotermia, informou o Ministério da Saúde. Centenas de pessoas foram levadas a abrigos pelas autoridades. Na Polônia, cinco pessoas morreram de hipotermia, o que elevou a 20 o total de mortos pelo frio no país desde a sexta-feira passada.
Na Itália foi registrada uma morte por hipotermia, de um aposentado de 76 anos que tirava a neve com uma pá da calçada na frente de casa em Parma, no norte do país, informou a agência Ansa. Enquanto as regiões do norte enfrentam a neve, choveu bastante nesta quarta-feira no centro e no sul do país e nevou na região montanhosa da Basilicata, ao sul de Nápoles.
Fonte: Agência Estado/Associated Press e da Dow Jones.

Casos confirmados de dengue têm redução de 92% no PR.

Comparação entre os dados epidemiológicos foi feita no período de agosto a janeiro nos ciclos 2010/2011 e 2011/2012. Número de notificações também registrou queda.

O número de casos confirmados de dengue no Paraná caiu 92% na comparação entre os casos registrados entre agosto e janeiro, nos ciclos 2010/2011 e 2011/2012. Os dados foram divulgados no Boletim da Dengue, organizado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) nesta quarta-feira (1).
Entre as semanas epidemiológicas 31/2010 e 04/2011, foram confirmados 3.122 casos. No período equivalente nos anos 2011/2012, foram confirmados apenas 237 ocorrências. O registro de notificações também caiu 5,2% na comparação entre os dois períodos, reduzindo de 13.088 para 12.395 nesta temporada. O órgão não registrou óbitos nesses períodos.
Segundo a Sesa, a redução dos casos pode ser resultado da ação dos municípios, que adotaram os roteiros apresentados pelas regionais de saúde na busca da erradicação dos focos da doença. Outro fator apontado pelo governo estadual é o investimento em capacitação de profissionais da área para o diagnóstico e tratamento da doença.
Para o geógrafo da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Francisco Mendonça, as ações resultantes de políticas públicas são importantes para a redução dos casos de dengue, mas não são os únicos fatores. O geógrafo afirma que é impossível ignorar os fatores climáticos.
Ele explica que a partir do segundo semestre de 2010, que foi um ano que não teve a interrupção sazonal dos casos de dengue no estado, acreditava-se q ue haveria uma super epidemia em 2011, porque as temperaturas estavam mais quentes e os dias eram mais úmidos.
Para ele, as condições climáticas apresentadas em 2011 inibiram os vetores da doença. "Em 2011, houve o fenômeno La Niña e um segundo semestre chuvoso e com temperaturas baixas. Este mês de janeiro é o mês mais frio dos últimos 14 anos e nesses períodos anteriores o estado nem tinha epidemia da doença", argumenta.
Mendonça ainda alerta para as condições do tempo, que devem se manter assim até abril, passando por arço, que é o mês que concentra mais casos da doença. "Mesmo tendo um verão menos quente, não significa que a doença está controlada. Se esquentar e chover muito, sempre há risco de surtos da doença", explica.

Cidades

As cidades que apresentaram as reduções mais significativas nos casos confirmados da doença se concentram, principalmente, nas regiões Norte, Noroeste e Oeste do estado, que foram as mais afetadas pela última epidemia. Jacarezinho, no Norte Pioneiro, passou de 1.131 casos na temporada 2010/2011 para nenhum no período posterior. Na mesma região, Cornélio Procópiopassou de 143 casos para um, o que significa uma redução de 99,3%.
Londrina, na região Norte, teve redução de 97,2%, passando de 1.290 casos da doença para 36. No Noroeste, Sarandi e Maringá registraram quedas significativas. Em Sarandi, a redução foi de 95,5%, passando de 112 ocorrências para cinco. No caso de Maringá, a cidade teve 133 casos da doença confirmados em 2010/2011 contra 18 casos em 2011/2012, redução de 86,4%. Já em Foz do Iguaçu, no Oeste, a redução foi de 71,5%, passando de 88 para 25 casos da doença no período.
Fonte: Jornal Gazeta do Povo

Bancos limitam saques nos caixas diante de greve de vigilantes.

Medida foi tomada no primeiro dia de greve dos trabalhadores de transportes de valores. Sindicato da categoria estima que poderá faltar dinheiro nos caixas eletrônicos nesta sexta.

A greve no Paraná dos seguranças que trabalham no transporte de valores com carros-fortes está afetando o saque no caixas físicos em alguns bancos. Apesar de ainda não haver informações sobre falta de dinheiro nos estabelecimentos, algumas agências já estão limitando o valor do saque para os clientes.
Em Curitiba, há informações de agências da Caixa Econômica Federal que não estão permitindo saques superiores a R$ 1 mil nos caixas. Normalmente, o valor permitido é de R$ 5 mil. Algumas agências também não estariam agendando horários para saques de valor superior. O serviço de penhora de bens também estaria prejudicado.
A greve ainda pode afetar o abastecimento de dinheiro nos caixas eletrônicos. A estimativa do Sindicato dos Trabalhadores de Transporte de Valores e Escolta Armada do Paraná (Sindeesfort-PR) é de que poderá faltar dinheiro nos caixas eletrônicos já nesta sexta-feira (3).
A categoria entrou em greve por tempo indeterminado a partir desta quarta-feira (1º). Com a paralisação, a distribuição de dinheiro para as agências bancárias de todo o estado deve ser prejudicada.
O presidente do Sindeesfort-PR, Paulo Sérgio Gomes, afirmou que os caixas eletrônicos não operam no limite máximo por causa dos ataques constantes que foram registrados e, por isso, o desabastecimento pode ocorrer ainda nesta semana.
A greve
A decisão pela paralisação foi confirmada na noite de terça-feira (31), em assembleia da categoria. Segundo Gomes, todos os 1,8 mil seguranças de transporte de valores aderiram à greve. A ausência dos trabalhadores não afetará apenas os serviços bancários. Com a greve, ficam suspensas a coleta e distribuição de dinheiro em casas lotéricas e grandes redes varejistas, por exemplo.
Em assembleia na tarde desta quarta-feira (1), os trabalhadores decidiram manter a paralisação. Até o momento, o sindicato patronal não apresentou nenhuma proposta aos trabalhadores.
O Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região Metropolitana também disse que a possibilidade de haver falta de dinheiro nos caixas eletrônicos é grande.
Sobre os caixas físicos, o sindicato afirmou ser remota a possibilidade de os bancos ficaram sem dinheiro. Segundo o sindicato dos bancários, pode haver desequilíbrio em algumas agências, principalmente naquelas que fazem mais pagamentos do que recebimentos. Como há reservas e os bancos também seguem fazendo cobranças, a entidade não acredita que chegará ao ponto de haver desabastecimento nos caixas físicos.
A segurança no interior das agências bancárias não apresenta problemas, pois os vigilantes patrimoniais não entraram em greve.
Em nota, a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), afirmou que "os bancos têm contratos com as empresas de Transporte de Valores e esperam uma rápida solução do conflito, de forma a garantir que o atendimento ao público não seja prejudicado". A federação ainda ressaltou que os bancos oferecem opções aos clientes. como redes de agências e correspondentes, além de meios virtuais de atendimento.
O vice-presidente da Associação Comercial do Paraná, Antonio Miguel Espolador Neto, acredita que a greve dos funcionários não vá afetar o comércio. "São poucos estabelecimentos que utilizam esse serviço, com exceção de grandes redes varejistas. Não vejo problemas nem para lojistas, nem para os clientes", comenta.

Interior do Paraná

Vigilantes que trabalham em empresas de transporte de valores em Londrina também entraram em greve na manhã desta quarta-feira (1º). Segundo o delegado sindical da categoria, Odair José Ferreira dos Santos, outras cidades como Maringá e Cascavel também participam do movimento, com 100% de adesão.

Vigilância patrimonial

Por outro lado, os funcionários que trabalham com vigilância patrimonial, como os vigilantes que ficam dentro de agências bancárias, aceitaram a proposta patronal e fecharam acordo de reajuste salarial na noite desta terça-feira (31). De acordo com o Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região Metropolitana, cerca de 70% dos trabalhadores presentes na reunião da categoria concordou com o acordo.
O secretário geral do Sindicato dos Vigilantes, Ademir Pincheski, disse que a proposta foi aceita porque representou ganhos acima da inflação. “O reajuste total na massa salarial foi de 11,78%. Como a inflação no período (janeiro de 2010 a janeiro de 2012) deve fechar em 5,72% tivemos um aumento de 6,06% acima da inflação”, argumentou.
Pelo acordo, o piso salarial dos vigilantes patrimoniais subiu 6,94% e passou para R$ 1.140,00.
 
Já o adicional de risco de vida subiu 34,3% e passa a ser de R$ 180 por mês. O vale alimentação subiu 19,2% e será de R$ 15,50 por dia trabalhado, a partir de fevereiro.

Reivindicações
Segundo Gomes, disse que o impasse surgiu na semana passada, quando foi aprovado, no dia 26 de janeiro, um indicativo de greve . Como a proposta patronal não melhorou, a paralisação foi confirmada. “Não houve nova proposta e mantiveram o que foi ofertado lá atrás, que era a reposição da inflação mais a renovação da convenção coletiva por dois anos.” O sindicato pede aumento acima da inflação.
A categoria reivindica reajuste salarial de 13%, convênio médico totalmente custeado pelas empresas, e inclusão do adicional de 30% por risco de vida no 13º salário e nas férias. Além dos seguranças de carros-fortes, os chamados de tesoureiros também estão em greve. Eles são responsáveis pela montagem de malotes e contagem de dinheiro nas empresas.
A reportagem tentou entrar em contato comSindicato das Empresas de Transporte de Valores do Paraná na noite desta terça-feira e também na manhã desta quarta-feira, por volta das 10h30, mas não obteve sucesso.
Fonte: Jornal Gazeta do Povo


Neblina fecha Afonso Pena na manhã desta quinta-feira.


O Aeroporto Afonso Pena está fechado para pousos e decolagens na manhã desta quinta-feira. A neblina causou a suspensão das atividades, por volta das 7 horas. Não há previsão para reabertura. De acordo com a Infraero, dos nove voos programados até as 7 horas, nenhum foi cancelado ou registrou atraso superior a 30 minutos.

Obras: o Afonso Pena fica fechado da 0h15 às 6h15 de segunda-feira a sábado. Nos fins de semana, o fechamento ocorre entre 20h15 de sábado e 12h15 de domingo.

Fonte: Jornal Gazeta do Povo