Na capital, o ato começa às 19 horas, no pátio da Reitoria da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
As mortes de cinco ciclistas na última sexta-feira motivaram o agendamento do protesto. Os casos ocorreram em São Paulo, Pará, Brasília, Pernambuco e Santa Catarina. O caso de maior repercussão foi a morte da bióloga Juliana Ingrid Dias, de 33 anos, atropelada por um ônibus em plena Avenida Paulista, no coração de São Paulo. Ela teria se desequilibrado após ser fechada por um ônibus e caiu da bicicleta, sendo atingida por outro ônibus. O motorista do primeiro veículo foi indiciado por homicídio culposo e responde ao processo em liberdade.
Segundo o coordenador geral da Associação de Ciclistas do Alto Iguaçu (Cicloiguaçu), Goura Jorge Brand, a ideia do movimento é chamar a atenção para um problema que é nacional. Para Goura, as mortes não foram apenas acidentes. Segundo ele, aconteceram por uma “falha geral da organização urbana do país como um todo”, principalmente da escolha prioritária do automóvel como foco das políticas de transporte urbano.
Curitiba
Problemas locais devem estar na pauta da bicicletada. Primeira cidade a contar com um sistema de ciclovias no Brasil, à época criado para fins de lazer, a capital não evoluiu esse sistema a ponto de torná-lo viável como modal de transporte. Hoje, 3% da população curitibana usa bicicleta para se locomover até o trabalho. Em Copenhague, na Dinamarca, esse número chega a 36%.
Interior
Veja os locais e horários das manifestações no interior do Paraná:
- Maringá: 19 horas, Praça da Catedral;
- Londrina: 19 horas, Ponte da Avenida Higienópolis, Lago 2;
- Laranjeiras do Sul: 19 horas, em frente do Lodi – Casa do Ciclista;
- Ponta Grossa: 19h30, no Parque Ambiental;
- Cascavel: 18h30, em frente da Catedral.
Fonte: Jornal Gazeta do Povo
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